Talvez a história de uma vida...

João Copos era um jovem na casa dos trinta, solteiro e segundo diziam bom rapaz!
Na sua vidinha pouco tranquila ia fazendo tudo aquilo que lhe dava na “real gana”, boémia com fartura. Poucos na cidade onde morava não sabiam de quem se tratava. Muitas histórias sobre ele se contavam nas mesas de café, umas contadas na primeira pessoa outras nem por isso. Das histórias mais contadas pelos populares eram as que faziam parte do elenco mulheres, muitas mulheres bonitas, que o João admitia serem verdade.
Ele começava ao anoitecer nos copos e acaba ao nascer do sol, passava por todas as “capelinhas” onde a palavra de ordem fosse copos e mulheres. Muito sociável, travava conhecimentos com toda a gente, era o rei da boa disposição, as pessoas gostavam de falar com ele. João namorava há já cinco anos e tinha casamento marcado com Joana, uma jovem muito bonita que raramente saía de casa, estava a acabar o curso, era uma aluna exemplar. Os amigos mais chegados do João diziam-lhe: “um dia vais perder tudo”, mas ele pensava ter tudo sob controle. Parecia que o mundo acabaria no dia seguinte e que nada poderia perder. Na noite do seu trigésimo primeiro aniversário, despede-se da namorada, como de costume, e vai “prós” copos. Mas a namorada seguiu-o.
João estava eufórico, o “mundo” era todo dele. Joana entra no bar onde ele se encontrava e lá estava ele ... Joana parou por instantes, parecia não estar a acreditar no que seus olhos estavam a ver! De repente avança em direcção ao João e dá-lhe um valente par de estalos e correu porta fora. João ficou paralisado, alguns minutos depois desatou a correr e entrou no carro! Já tinha bebido uns “copos valentes”, chuviscava e estava uma noite escura, arrancou a patinar. Era um bom condutor e sabia disso, um apaixonado pela velocidade. Percorreu vários quilómetros em alta velocidade, numa estrada cheia de curvas, em direcção a casa da Joana. Numa curva a quase 90º à direita, perde o controlo da sua bela máquina e uma ravina esperava por ele! Cambalhotas atrás de cambalhotas, até que ficou imobilizado. Bastante tempo depois chegaram os bombeiros para o socorrer, dá entrada no hospital onde permaneceu seis meses. João tinha ficado paraplégico, quando saiu do hospital, procurou Joana mas nada lhe valeu, pois os pais dela disseram-lhe que já não morava ali, tinha-se mudado para Lisboa. Nesse preciso momento João lembrou-se do velho provérbio “ Quem tudo quer tudo perde”.
Na sua vidinha pouco tranquila ia fazendo tudo aquilo que lhe dava na “real gana”, boémia com fartura. Poucos na cidade onde morava não sabiam de quem se tratava. Muitas histórias sobre ele se contavam nas mesas de café, umas contadas na primeira pessoa outras nem por isso. Das histórias mais contadas pelos populares eram as que faziam parte do elenco mulheres, muitas mulheres bonitas, que o João admitia serem verdade.
Ele começava ao anoitecer nos copos e acaba ao nascer do sol, passava por todas as “capelinhas” onde a palavra de ordem fosse copos e mulheres. Muito sociável, travava conhecimentos com toda a gente, era o rei da boa disposição, as pessoas gostavam de falar com ele. João namorava há já cinco anos e tinha casamento marcado com Joana, uma jovem muito bonita que raramente saía de casa, estava a acabar o curso, era uma aluna exemplar. Os amigos mais chegados do João diziam-lhe: “um dia vais perder tudo”, mas ele pensava ter tudo sob controle. Parecia que o mundo acabaria no dia seguinte e que nada poderia perder. Na noite do seu trigésimo primeiro aniversário, despede-se da namorada, como de costume, e vai “prós” copos. Mas a namorada seguiu-o.
João estava eufórico, o “mundo” era todo dele. Joana entra no bar onde ele se encontrava e lá estava ele ... Joana parou por instantes, parecia não estar a acreditar no que seus olhos estavam a ver! De repente avança em direcção ao João e dá-lhe um valente par de estalos e correu porta fora. João ficou paralisado, alguns minutos depois desatou a correr e entrou no carro! Já tinha bebido uns “copos valentes”, chuviscava e estava uma noite escura, arrancou a patinar. Era um bom condutor e sabia disso, um apaixonado pela velocidade. Percorreu vários quilómetros em alta velocidade, numa estrada cheia de curvas, em direcção a casa da Joana. Numa curva a quase 90º à direita, perde o controlo da sua bela máquina e uma ravina esperava por ele! Cambalhotas atrás de cambalhotas, até que ficou imobilizado. Bastante tempo depois chegaram os bombeiros para o socorrer, dá entrada no hospital onde permaneceu seis meses. João tinha ficado paraplégico, quando saiu do hospital, procurou Joana mas nada lhe valeu, pois os pais dela disseram-lhe que já não morava ali, tinha-se mudado para Lisboa. Nesse preciso momento João lembrou-se do velho provérbio “ Quem tudo quer tudo perde”.


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